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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Opereta Canta Zumbi na 2ª Mostra de Cenas Curtas, no Espaço N de Arte e Cultura


Nesse último domingo (dia 19/07/2015), a Associação Cultural Opereta apresentou o musical "Opereta Canta Zumbi", na 2ª Mostra de Cenas Curtas, no Espaço N de Arte e Cultura.

Confira abaixo algumas fotos tiradas durante a apresentação. Fotos: Joyce Gomes




Opereta Canta Zumbi na 2ª Mostra de Cenas Curtas, no Espaço N de Arte e Cultura







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terça-feira, 14 de julho de 2015

Opereta Apresenta: Núcleo Teatral Opereta apresenta Opereta Canta Zumbi na 2ª Mostra de Cenas Curtas, do Espaço N de Arte e Cultura, em Suzano






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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Video da peça teatral "O Papagaiato", do Núcleo Teatral Opereta



O Papagaiato é uma leve e divertida história sobre busca da sorte e suas consequências. Numa praça pública, Tico Só, vendedor de bilhetes de loteria, nos conta a história das figuras que frequentam o lugar entre elas Tião Curió - seu patrão- e Pepe: o " Incrível" Papagaio Adivinho, que torna esta uma história fascinante e atraente.

Duração: 50 minutos | Classificação etária: livre




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domingo, 27 de julho de 2014

Opereta Convida: Espetáculo "Um bravo canto para desatar os perversos nós!", do Grupo onfraria da Paixã, na V Mostra de Artes Cênicas Opereta


Sinopse:
O poeta de cordel, Tranquilino Soares, incomodado com a manipulação política, econômica, ideológica e cultural que a elite brasileira promoveu, ao longo de nossa História, para dominar, manter seus privilégios e alienar o povo humilde, resolve assumir a defesa não somente do povo, como também da cultura popular. Para tanto, seleciona sete poetas populares e, a partir de seus poemas, convida o público para uma reflexão sobre a perversidade que a elite e os seus representantes do poder público vêm, com apoio da mídia e da Justiça, mascarando a realidade e mergulhando o povo brasileiro em condições de miserabilidade, promovendo de forma desumana, a alienação cultural e a perda de sua dignidade.


O Texto:
O texto, de Luiz de Assis Monteiro, é resultado de uma pesquisa realizada durante três anos, sobre a poesia popular brasileira. Foram pesquisados cerca de 300 poetas de cordel e mais 52 poetas populares, de quinze estados brasileiros. Destes, foram selecionados sete, cujos poemas servem de apoio para a reflexão sobre os problemas que afligem os diversos segmentos de nossa sociedade.


O Espetáculo:
O monólogo, interpretado por Luiz de Assis Monteiro, com duração de 80 minutos, tem início com a apresentação do poeta Tranquilino Soares que, numa interativade com o público, convida-o para uma reflexão acerca dos problemas que afligem o Brasil, sobretudo, no tocante à alienação cultural e a perversa luta de classes travada pela elite e a classe média, contra o povo humilde.
Começa estabelecendo uma reflexão acerca da necessidade da poesia na contemporaneidade, no universo da chamada “era tecnológica”; encaminhando a discussão para a questão: poesia popular versus poesia erudita. Em seguida, vai apresentando os poetas populares, ao mesmo tempo que vai articulando as suas reflexões sobre os problemas sociais brasileiros, como a fome, a miséria, o analfabetismo, a violência contra as mulheres, a agressão contra as crianças e a discriminação das minorias. Os poetas apresentados são: Juvenal Galeno, Raimundo Santa Helena, Firmino Teixeira do Amaral, Rossine Camargo Guarnieri, Patativa do Assaré, Zé Fortuna e Zé da Luz.


Histórico do Grupo: Confraria da Paixão - Teatro e Cultura Popular:

- A Confraria da Paixão é um Coletivo Teatral criado em 4 de março de 2001, formado por um núcleo artístico composto por artistas profissionais, tendo como diretor artístico, administrativo e representante legal, Luiz de Assis Monteiro. É um coletivo comprometido com o Brasil, com o povo, com a cultura e com o teatro brasileiro.

- É um Coletivo filiado à Cooperativa Paulista de Teatro, com sede na Praça Dom José Gaspar, 30 - 4º andar - Centro - São Paulo - SP, e inscrita no CNPJ nº 51.561.819/0001-69.

- Mantém sua sede à Rua Lopes de Oliveira, 659 - Barra Funda - São Paulo SP (Telefones: 11 3667.3497 - 9 6374.5125), onde desenvolve semestralmente e em continuidade, diversos cursos e oficinas na área de teatro e cultura popular.

- É um coletivo voltado à pesquisa do teatro brasileiro e da cultura popular, emsuas inúmeras manifestações, com grande acento na literatura de cordel. Possui um considerável acervo sobre a cultura popular brasileira, envolvendo uma biblioteca popular, uma videoteca popular, xilogravuras, esculturas em madeira, tacos de xilogravuras, bonecos populares e ainda, uma biblioteca de literatura de cordel.

- Desde a sua criação, em 2001, já realizou 21 espetáculos, todos elesdirecionados para a cultura popular brasileira. Destes, oito foram baseados, adaptados ou inspirados na literatura de cordel, nove deles foram destinados à rua, dois de bonecos populares, três para crianças e dois de palhaços populares.

- Já apresentou seus espetáculos em inúmeros teatros na cidade de São Paulo,como também no interior e em outros estados. Realizou cinco Mostras pelo SESC/SP e já se apresentou em inúmeras instituições como Caixa Econômica Federal, Prefeitura de São Paulo e de várias cidades do interior do Estado.

- Conquistou 4 prêmios no 8º Festival de Teatro de Mogi Mirim - SP, com o espetáculo: A Engrenagem, em 2009. E mais 7 prêmios no Festival Nacional de Teatro de Varginha. - MG, com os espetáculos: A farsa do Boi Surubão (Teatro de rua) e Como a brisa do outono, em 2008.


Ficha Técnica:
Texto: Luiz de Assis Monteiro
Encenação, Iluminação, Cenografia: Luiz de Assis Monteiro Direção de Ator, Sonoplastia e Figurinos: Solange Rua
Atuação: Luiz de Assis Monteiro
Operação de Som e Luz: Renato Barroso e João Gilberto
Estúdio e Gravação da Sonoplastia: Sílvio Rua
Costureiros: Dirce Marques Lettmann e Renoldo Letmann
Cenotécnico: Aguinaldo Rosa
Fotos: João Gilberto
Programação Visual: Adalberto Lima
Produção: Confraria da Paixão
Produção Executiva: Bilheteria Produções Artísticas


Sobre o Serviço
O quê?: Apresentação da peça teatral  "Um bravo canto para desatar os perversos nós!"
Quando?: 27/07/2014
Que horas?: 20h
Quanto tempo de peça?: Aproximadamente 80 minutos 
Quanto é?: Gratuito
Onde?: Associação Cultural Opereta (Rua Dr. Emílio Ribas, 168, Poá, SP - Próximo a Vivo)
A partir de que idade?: 14 anos
Como entrar em contato com o grupo?: Site: www.confrariadapaixao.com.br / E-mail: confrariadapaixao@gmail.com / Telefone: (11) 3667.3497 - 9 6374.5125 



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Associação Cultural Opereta
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Opereta Convida: Espetáculo "Ópera do Trabalho", do Grupo Buraco d`Oráculo, na V Mostra de Artes Cênicas Opereta


Sinopse 
O espetáculo, criado coletivamente, toma como mote a pesquisa sobre a precarização do trabalho e uma estética musical. O objetivo é desvelar como os produtores estão apartados de sua produção, submetidos a péssimas condições de trabalho, mas sempre com humor, elemento crítico fundamental. 

O espetáculo foi estruturado em quadros, de forma episódica, mas buscando dar conta do universo trabalho. O primeiro quadro é sobre a saga de Mazé e João, o segundo apresenta uma denúncia histórica da exploração de mulheres e crianças, o terceiro apresenta os desterritorializados do trabalho e, por fim, o quadro final em que os trabalhadores tomam consciência. 

A música é a tônica da dramaturgia, cria situações, diálogos, distancia ou envolve emocionalmente os espectadores. Uma ópera às avessas, que foge do bel canto e abusa de ritmos populares.


Histórico do Grupo
Buraco d`Oráculo nasceu em 1998, com o intuito de fazer um teatro que discutisse o homem urbano contemporâneo e seus problemas. Desta forma, e desde o inicio, optamos pelo teatro de rua, pois esta foi a maneira mais efetiva que encontramos de compartilharmos momentos de reflexão e afetividade por meio de nossa arte. 

O trabalho do grupo é calcado em três pontos fundamentais: a rua, como local fundamental para promover o encontro direto com o público; a cultura popular, como fonte inspiradora e; o cômico, destacando-se a farsa e as relações com o denominado “realismo grotesco”. 

Encontramos nas manifestações populares os elementos de expressão de nossa arte. A descoberta do popular deu-se a partir do encontro com Ednaldo Freire, que orientou o grupo durante dois anos (1999 e 2000). 

O grupo optou por usar o popular e a rua como determinação e alvo de critica. Sendo assim o nosso trabalho, pelas características e adesões apresentadas, levou-nos ao encontro de um público diferente daquele que freqüenta as salas de espetáculos. Assim, começamos a desenvolver nossos trabalhos de forma descentralizada, buscando democratizar o acesso do fazer teatral. Desde 2002, atuamos pela região de São Miguel Paulista, bairro da Zona Leste de São Paulo. 

Essa necessidade de democratização do fazer artístico levou-nos a ampliar o nosso raio de atuação, apresentando nossos espetáculos nos conjuntos habitacionais da Companhia de Habitação (COHAB) da zona leste, densamente povoados, por intermédio do Projeto Circular COHAB´s, desenvolvido em 2005 com recurso do VAI – Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais. Nesse processo de circulação, nosso trabalho ampliou-se, a partir de 2006, graças ao apoio do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, com o qual circulamos por dezoito conjuntos habitacionais, atingindo um público de mais de trinta mil pessoas naquele ano. 

Em 2008, obtivemos novamente os recursos do Programa de Fomento, e a partir de maio de 2008 passamos a desenvolver um trabalho de pesquisa junto às comunidades de atuação, que, apoiado por um processo de aperfeiçoamento técnico, resultou em um novo espetáculo Ser TÃO Ser – narrativas da outra margem, que teve sua estreia em agosto de 2009. 

Em 2010 o grupo foi contemplado pela terceira vez com o Fomento para realizar o projeto Narrativas de Trabalho, desenvolvido até novembro de 2011 e do qual faz parte uma pesquisa sobre a narrativa bem como sobre a precarização do trabalho – temas sobre os quais o grupo tem criado intervenções. Em 2012 o grupo seguiu com a pesquisa e a elaboração do espetáculo Ópera do Trabalho, que teve sua estreia em julho de 2013. 

Nossos espetáculos são protagonizados por tipos populares, pessoas comuns, afinal são à eles que se destinam nossos trabalhos. Desde a formação até o presente momento, o grupo produziu nove espetáculos nos quais buscamos manter essas propostas. São eles: A Guerra Santa (1998); Amor de Donzela, Olho Nela! (1999); Quem Pensa Que Muito Engana, Acaba Sendo Enganado! (2000); A Bela Adormecida (2001); O Cuscuz Fedegoso (2002); A Farsa do Bom Enganador (2006); ComiCidade (2008); Ser TÃO Ser – narrativas da outra margem (2009); Ópera do Trabalho (2013).


Ficha Técnica
Texto: Criação coletiva
Atores: Adailtom Alves, Amanda Nascimento, Daniela Landin, Edson Paulo, Guto Nunes, Heber Humberto Teixeira, Lu Coelho, Luana Scemark, Luciana Yumi Yara, Nathaly Oliveira Patricia Leal, Selma Pavanelli e Thiago Thalles
Direção: Adailtom Alves
Preparação e direção musical: Celso Nascimento
Preparação e arranjos vocais: Eric d`Ávila
Preparação corporal: Elizete Gomes
Cenário e adereços: Buraco d`Oráculo
Figurinos: Criação – Buraco d`Oráculo
Execução: F. Kokocht e equipe
Cenotécnico: Romisom Paulo
Gênero: Épico musical


Sobre o Serviço
O quê?: Apresentação da peça teatral  "Ópera do Trabalho"
Quando?: 27/07/2014
Que horas?: 15h
Quanto tempo de peça?: Aproximadamente 60 minutos 
Quanto é?: Gratuito
Onde?: Praça Afonso Carlos Fernandes (Rua Dr. Emílio Ribas, S/N, Poá, SP - Próximo a Associação Cultural Opereta)
A partir de que idade?: Livre
Como entrar em contato com o grupo?: Site: wwww.buracodoraculo.com.br / www.buracodoraculo.blogspot.com  / E-mail: adailton_alves@terra.com / Telefone: (11) 2621-8280 / 2558-2598 / 98188-3670 / 98152-4483


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Associação Cultural Opereta
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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Opereta Convida: V Mostra de Artes Cênicas Opereta

Caros companheiros (as),

É com muita satisfação que o Núcleo Teatral Opereta realiza mais uma edição da sua Mostra de Artes Cênicas. A Associação Cultural Opereta, que teve sua origem no encontro propiciado pela arte, rememora sua história e comemora 20 ANOS de história, através do teatro, manifestação coletiva em sua essência e natureza. E, assim, através de uma programação diversificada tem como intuito realizar sua vocação, aproximar as pessoas através de apresentações de espetáculos, mesas e debates a fim de criar um espaço de fruição, reflexão e divertimento.

Para isso, a equipe coordenadora procurou contemplar artistas que tenham afinidade com o interior ou áreas afastadas dos grandes centros, por atuarem ou terem sedes nessas regiões ou subúrbio, ou terem como característica a circulação por essas cidades, tendo em comum um olhar voltado à descentralização e democratização do acesso à arte. Por esse mesmo motivo, o perfil dos trabalhos apresentados na V Mostra não necessita de grandes equipamentos culturais (teatros e centros culturais) sendo a mostra composta por produções menores (em tamanho), porém grandes (em qualidade) e feitas para espaços não convencionais.

Entre os grupos estão: Buraco D'Oráculo, Grupo XIX, Cia. Teatro da Cidade, Confraria da Paixão, Núcleo Teatral e de Música Opereta e Cia. Lúdicos de Teatro Popular.

Viva à Opereta, viva a todos nós!

Grato pelo apoio!

Marco Senna
Direção Artística



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Opereta Convida: V Mostra de Artes Cênicas Opereta


Para saber das peças, acesse "Hygiene" e "Um Dia Ouvi a Lua".

Para saber das peças, acesse "Ópera do Trabalho" e "Um bravo canto para desatar os perversos nós!".





































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Opereta Convida: Espetáculo "Um Dia Ouvi a Lua", Cia. Teatro da Cidade, na V Mostra de Artes Cênicas Opereta


Um Universo de Histórias:
Um Dia Ouvi a Lua é resultado do projeto Universo Caipira – As Histórias que o Vale Conta, aprovado pelo Proac da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em 2009. 

A montagem foi criada por meio de processo colaborativo entre dramaturgia, direção e atores, e utiliza técnicas da Narrativa e do Nô, teatro clássico japonês, enquanto ferramenta na concepção de cenas e na construção dramatúrgica. 

Inspirada nas canções Adeus, Morena, Adeus, Cabocla Tereza e Rio Pequeno, gravadas pela dupla Tonico & Tinoco, a peça revela três diferentes mulheres que invertem os valores machistas das narrativas dessas composições, conhecidas do cancioneiro popular brasileiro, recriando-as do ponto de vista feminino.



O que é a Cia. Teatro da Cidade?:
Criada em 1990, em São José dos Campos, a Cia Teatro da Cidade desenvolve um teatro que reúne busca de linguagem, rigor técnico, pesquisa continuada e montagem de peças que contribuam com a formação de público. Tornou-se uma referência nos estudos da Narrativa e do Nô, teatro clássico japonês, linguagens utilizadas há mais de uma década em suas montagens. 

Formada por seis profissionais, a companhia trabalha com diretores convidados como Eduardo Moreira (Grupo Galpão), Darcy Figueiredo, Moisés Miastkwosky, Atul Trivedi e Roberto Mallet, além de Claudio Mendel, fundador e integrante do grupo. 

A parceria com os grandes autores brasileiros Luís Alberto de Abreu (Maria Peregrina e Um Dia Ouvi a Lua) e Samir Yazbek (Almas Abaixo de Zero), para o desenvolvimento de processo colaborativo na dramaturgia, também se tornou uma característica forte do grupo. 

Por meio dessas parcerias e encontros, a Cia Teatro da Cidade busca um teatro que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, e o universal e o regional brasileiro. 

Considerada uma das companhias mais importantes do interior de São Paulo, já produziu 18 espetáculos, percorreu diversas cidades do país e conquistou mais de 100 prêmios em festivais e mostras de teatro no Brasil. 

Mantida por seus próprios integrantes e sem nenhum patrocínio público ou privado, a companhia também é responsável pela formação de boa parte de técnicos e atores que atua em São José dos Campos e cidades da região do Vale do Paraíba, além de vários profissionais que trabalham na capital paulista.


Principais Espetáculos da Cia. Teatro da Cidade: 
- O Pagador de Promessas (1991);
- Morte e Vida Severina (1992);
- Toda Nudez Será Castigada (1994);
- Prometeu Acorrentado (1995);
- Don Juan Tenório (1997);
- Maria Peregrina (2000);
- Toda Nudez Será Castigada (2007);
- Um Dia Ouvi a Lua (2010);
- Almas Abaixo de Zero (2012).


Luis Alberto de Abreu – Dramaturgia: 
É um dos mais importantes dramaturgos da América Latina e considerado um dos poucos nomes da dramaturgia brasileira que consegue fazer tão bem a ligação entre o popular e o erudito. Conta com mais de 40 peças teatrais – escritas e adaptadas – entre elas Bella Ciao, Borandá, O Livro de Jó, Rosa de Cabriúna e Auto da Paixão e da Alegria. Escreveu roteiros para cinema e para as minisséries Hoje é Dia de Maria (2005) e A Pedra do Reino (2006), ambas produzidas pela Rede Globo. Seus estudos sobre a narrativa dramática influência vários dramaturgos e grupos teatrais no Brasil. Um Dia Ouvi a Lua é o segundo texto escrito especialmente para a Cia Teatro da Cidade - em 2000, escreveu Maria Peregrina - no qual coloca a sua busca por arquétipos femininos e infantis que se contrapõem à hegemonia do herói guerreiro. 



Eduardo Moreira – Direção:
Fundador do Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), tendo participado de todas as montagens da trupe tanto como ator, quanto como diretor (Um Molière Imaginário) e assistente de direção. Desde a fundação do grupo, tem sido responsável pela sua direção artística. À parte dos trabalhos com o Galpão, também dirigiu espetáculos no Galpão Cine 

Horto, além de parcerias com os grupos Dell’Arte de Blue Lake, da Califórnia (EUA), Clowns de Shakespeare, de Natal (RN), e com os mineiros da Cia. Malarrumada e o Grupo Maria Cutia de Teatro, entre outros. No cinema já atuou em produções como O Ano que meus Pais saíram de férias, de Cao Hamburguer, Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, Antes que o Mundo Acabe, de Ana Luiza Azevedo, além de ter atuado em curtas como O crime da atriz de Elza Cataldo, Rua da amargura de Rafael Conde e dirigido o curta-metragem Tricoteios.


Claudio Mendel – Codireção e Iluminação:
Um dos fundadores da Cia Teatro da Cidade e do Centro de Artes Cênicas (CAC) Walmor Chagas, o diretor, ator e produtor cultural também é responsável por todos os projetos desenvolvidos pelo grupo desde a sua criação. Já dirigiu mais de 30 espetáculos e foi responsável pela criação de luz de dezenas de montagens na companhia e em produções independentes. Foi o precursor do estudo da linguagem Narrativa no grupo com a montagem de Maria Peregrina de Luís Alberto de Abreu, que arrebatou cerca de 70 prêmios em festivais do país. 

Atuante na área teatral, desde 1970, tendo participado de forma significativa na criação de várias instituições culturais, como a Cooperativa Paulista de Teatro, em São Paulo, e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em São José dos Campos. Foi presidente da Cotaesp (Confederação de Teatro Amador do Estado de São Paulo) e conselheiro da Confenata (Confederação Nacional de Teatro Amador) e fez curadoria de vários festivais nacionais de teatro. Em 2009, conquistou o título de cidadão da cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, como reconhecimento ao seu trabalho no teatro paulista há mais de 30 anos.


Sinopse:
Um Dia Ouvi a Lua foi inspirada nas canções Adeus, Morena, Adeus (Piraci/Luiz Alex), Cabocla Tereza (João Pacífico/Raul Torres) e Rio Pequeno (Tonico/João Merlini), gravadas por Tonico & Tinoco, nas décadas de 50 e 60. A peça revela três diferentes mulheres que invertem os valores machistas das narrativas dessas composições, conhecidas do cancioneiro popular brasileiro, recriando-as do ponto de vista feminino. 

Adeus, Morena, Adeus conta a história de Beatriz que se apaixona por um violeiro no dia da Festa de São João e, abandonada por ele na estação de trem, retorna à mesma estação, agora desativada, na esperança de reencontrá-lo. Cabocla Tereza, já morta volta para esclarecer os motivos pelos quais abandonou o marido, seu assassino, e decidiu reviver um grande amor. S´a Maria do Rio Pequeno é a terceira personagem a narrar sua história. Apaixonada por Cipriano, ela abandona o pai e decide fugir com ele para Mato Grosso. 


Ficha Técnica: 
Texto: Luís Alberto de Abreu
Elenco: Adriana Barja, Ana Cristina Freitas, Andréia Barros, Jessica Lane, Vander Palma, Wallace Puosso
Codireção e iluminação: Claudio Mendel
Direção Musical: Beto Quadros
Assistente Direção Musical: André Braga
Orientação Acordeom: Kardec Gonzaga
Cenário e Figurinos: Leopoldo Pacheco e Ana Maria Bomfin Pitiu
Adereços: Leopoldo Pacheco
Pintura de Painel: Ana Maria Bomfin Pitiu, Giancarlo Ragonese e Lindsay Ribeiro
Pintura de Figurinos: Leopoldo Pacheco e Ana Maria Bomfin Pitiu
Maquiagem e cabelo: Leopoldo Pacheco
Preparação Corporal: Robson Jacquè
Montagem e Operação de Luz: William Alves
Costureiras: Claudia Savastano e Silvia Maria Gonçalves
Confecção de Adereços: Eunice Coppi
Confecção de Brinquedos populares: Benê dos Santos
Arranjos musicais: Ernani Maletta e Beto Quadros
Fotografias: Ciete Silvério e Carla Matsuda
Filmagens: André Delgado
Designer Gráfico: Wallace Puosso
Diretor de Produção: Vander Palma
Produção Executiva: Ana Cristina Freitas
Assessoria de Imprensa: Andréia Barros
Realização e Produção: Cia Teatro da Cidade e Cooperativa Paulista de Teatro
Direção Geral: Eduardo Moreira

Sobre o Serviço:
O quê?: Apresentação da peça teatral "Um Dia Ouvi a Lua"
Quando?: 26/07/2014
Que horas?: 20h
Quanto é?: Gratuito
Onde?: Pavilhão Antônio Massa (Praça de Eventos: Rua Avenida Antônio Massa, 150, Centro - Poá/SP)
A partir de que idade?: Livre


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Opereta Convida: Espetáculo Hygiene, do Grupo XIX de Teatro, na V Mostra de Artes Cênicas Opereta


E s p e t á c u l o 
Hygiene faz uma reflexão sobre o momento histórico em que o Brasil se construía numa velocidade acelerada recebendo diariamente milhares de imigrantes. É esse contingente de culturas e ideias que coabitavam nos grandes cortiços do centro do Rio de Janeiro. E não demorou muito para que, desse caldeirão de misturas, surgissem os embriões de importantes manifestações de nossa identidade, na mesma medida em que se evidenciavam as desigualdades sociais que marcam profundamente os nossos dilemas atuais. 

Contando a história de operários, imigrantes, lavadeiras, meretrizes, ex-escravos, curandeiros, comerciantes do Rio de Janeiro da virada do século XIX/XX, quando a habitação virou uma questão pública e a sociedade, inspirada por modelos urbanos europeus, resolve por em prática a ideia de uma casa uni familiar, que o g r u po XIX de teatro traz à tona as características que vão marcar profundamente a construção da identidade brasileira. O samba, o sincretismo religioso, as lutas operárias, entre outras manifestações sócio-culturais tiveram seus embriões gerados nessas habitações coletivas. Colocar essas vidas do passado em contato com nossos dias atuais é por em foco os dilemas e desafios brasileiros para o futuro. 


Sinopse
Encenada à luz do dia, originalmente, nos prédios históricos da Vila Operária Maria Zélia (1917), a peça é baseada em uma pesquisa sobre o processo de higienização urbana no Brasil do fim do século XIX, onde um grande contingente de culturas e ideias dividem o mesmo teto - o cortiço. E desse caldeirão de misturas surgem os embriões de importantes manifestações de nossa identidade, assim como as desigualdades sociais que marcam profundamente os nossos dilemas atuais. 


H i s t ó r i c o
O Grupo XIX de Teatro tem um trabalho contínuo de 10 anos, com uma pesquisa temática voltada para a história brasileira, uma pesquisa estética de exploração de prédios históricos como espaços cênicos e uma investigação sobre a participação ativa do público. Desde 2004, o grupo realiza uma residência artística, na tombada vila operária Maria Zélia, no Belém, em São Paulo. Hoje o grupo conta com o patrocínio da PETROBRAS. 

Hygiene, a segunda peça do grupo, é resultado do projeto “A Residência”, um dos 12 projetos contemplados pela Lei de Fomento de Teatro para a Cidade de São Paulo (Jan/2004). Por esta peça o grupo foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro - 2005 e ao Prêmio Bravo! Prime de Cultura como um dos três melhores espetáculos do ano e ganhou, como melhor espetáculo do ano, o Prêmio Qualidade Brasil 

2005 - São Paulo. Em 2006, participou da Mostra Oficial de Teatro Contemporâneo do Festival de Teatro de Curitiba, do Festival Internacional de Londrina, do Festival de Extrema (MG), do Riocenacontemporânea, Festival de Araraquara, Proximidades - Encontro de Teatro de Grupos – Fortaleza (CE) e do Festival da Paidéia. A peça também foi contemplada com o Prêmio PETROBRAS FUNARTE Circulação Nacional, com o qual cumpriu temporada nas cidades de Blumenau (SC), Santos (SP), Salvador (BA), Ouro Branco e Diamantina (MG). Em 2010 apresentou-se em Rio Branco (AC) e Belo Horizonte (MG) e teve o projeto de circulação aprovado pelo ProAc (SP), apresentando-se em Jacareí e Sorocaba. Desde sua estréia cumpriu diversas temporadas na cidade de São Paulo.


Ficha  Técnica
Título: Hygiene
Pesquisa e Criação: Grupo XIX de Teatro
Dramaturgia: Janaina Leite, Juliana Sanches, Luiz Fernando Marques, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim, Ronaldo Serruya e Sara Antunes
Elenco: Janaina Leite, Juliana Sanches, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim, Ronaldo Serruya e Tatiana Caltabiano
Direção: Luiz Fernando Marques
Figurinos: Renato Bolelli
Contra-Regra: Felipe Cruz
Produção: Grupo XIX de Teatro
Produtora Executiva: Graziella Mantovani


Sobre o Serviço
O quê?: Apresentação da peça teatral "Hygiene"
Quando?: 26/07/2014
Que horas?: 15h
Quanto tempo de peça?: Aproximadamente 80 minutos 
Quanto é?: Gratuito
Onde?: Reino da Garotada (Rua São Francisco, 168- Centro - Poá/SP)
A partir de que idade?: 14 anos
Como entrar em contato com o grupo?: Site: www.grupoxix.com.br / E-mail: producao@grupoxix.com.br / Telefone: 55 11 2081 4647    


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Associação Cultural Opereta
Endereço: Rua Dr. Emílio Ribas,  168 - Vila Sopreter - Poá / Telefone: 11 4638-2700 / Blog: acopereta.blogspot.com / E-mail: acopereta@gmail.com / Facebook: Associação Cultural Opereta / Comunidade no Facebook: Associação Cultural Opereta Google Plus: Associação Cultural Opereta Comunidade no Google Plus: Associação Cultural Opereta Canal Youtube: acopereta / Twitter: @acopereta

 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Opereta Convida: V Mostra de Artes Cênicas Opereta

A Associação Cultural Opereta completa 20 anos de atividades agora em julho. E a nossa agenda continua com diversas atrações!

Agora no dia 26/07 começará a V Mostra de Artes Cênicas Opereta e irá até o dia 03/08. 

Os Grupos/ Companhias Teatrais que fazem parte dessa edição são: Grupo Xix de Teatro, Cia. Teatro da Cidade, Buraco D'Oráculo, Cia. Lúdicos de Teatro Popular, Confraria da Paixão, Núcleo Teatral Filhos da Dita, Cia. Dita Cuja, Grupo Engasga Gato, Núcleo Teatral e de Musical Opereta e Corredor Cultural.

Clique no link V Mostra de Artes Cênicas Opereta para saber sobre os dias e os respectivos horários dessas apresentações.

Convide já os seus amigos, familiares para assistir/ participar dessas apresentações!

Para outras informações sobre a Associação Cultural Opereta, acesse www.acopereta.blogspot.com



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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Opereta Convida: Ensaio Aberto da peça "O Papagaiato", do Núcleo Teatral Opereta



Para comemorar os 20 Anos da Opereta, o Núcleo Teatral Opereta remonta a comédia de rua "O Papagaiato", de Dilson Rufino.

"Aqui na praça Tico Só conta histórias
Tem papagaio lendo a sorte sim senhora
Tá convidado, venha ler a sorte moço
Tem trapaceiro metendo a mão no seu bolso..."

Com Ailton José Ferreira, Dora Nunes, Edson Ramires, Heline Albano, Marco Senna, Pamella Carmo e Patty Nascimento.
Direção: Camila Rafael
Dramaturgia: Dilson Rufino
Apoio: Anderson Borges, Fabio Miguel e Joyce Gomes
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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Opereta Convida: V Mostra de Artes Cênicas Opereta






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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Opereta Convida: V Mostra de Artes Cênicas Opereta






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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Opereta na Imprensa: Opereta Canta Zumbi no Jornal Diário TV

O Jornal Diário TV, da TV Diário, noticiou dia 22/11/2013 sobre a apresentação "Opereta Canta Zumbi".

Assista a noticia no vídeo abaixo.




Para ver a reportagem no site da TV Diário, acesse Musical 'Opereta Canta Zumbi' celebra Consciência Negra em Poá.

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